3. Iluminação
É um aspecto importante de uma exposição, pois cada obra exposta carece de uma
iluminação própria.
Luzes direcionadas vindas do teto ou da parede são recomendadas.
Atentar nas exposições diurnas, para que não haja luz em excesso no ambiente,
resultante da iluminação natural externa conjugada com a interna.
Esse fator diariamente deve ser observado e regulado quando necessário,
eventualmente cerrando venezianas ou cortinas ou desligando as luzes e mantendo
somente a luz natural.
Quanto à escolha da iluminação, deve-se considerar o tamanho do espaço e o grau
de necessidade da intensidade de luz das lâmpadas e a distância do ponto de luz
e a obra a ser iluminada.
Tomar cuidado para que a intensidade de luz não seja insuficiente ou tão forte
que traga prejuízo à obra.
Uma vez definida a iluminação artificial adequada para a exposição, regular o
ângulo de iluminação sobre cada obra de maneira a:
não ofuscar os espectadores
não provocar reflexos
realçar a obra
As lâmpadas citadas, as dicróicas, são próprias para esse tipo de iluminação. Se o organizador não tem conhecimentos técnicos de eletricidade e iluminação é recomendável ser assessorado por profissional da área.